Hapoel Be'er Sheva vs Víkingur Reykjavík — ficha de jogo
Víkingur Reykjavík
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Crónica.
Hapoel Be’er Sheva triunfa sobre o Víkingur Reykjavík com segunda parte decisiva na Champions League
No neutro relvado do Haladás Sportkomplexum, o Hapoel Be’er Sheva e o Víkingur Reykjavík mediram forças num duelo respeitante à 2ª Pré-Eliminatória da Champions League. A partida prometia intensidade máxima, dada a importância da qualificação para as fases adiantadas da maior competição europeia de clubes. Perante um adversário islandês combativo e fisicamente desgastante, a formação israelita superiorizou-se ao longo dos noventa minutos, carimbando uma vitória por 2-0 que espelha o seu maior pendor ofensivo e eficácia nos momentos determinantes da partida.
A primeira metade do encontro ficou marcada pelo equilíbrio e por um jogo bastante travado no miolo do terreno. O Víkingur Reykjavík viu-se obrigado a reajustar a sua estratégia logo nos instantes iniciais devido a lesões precoces, promovendo as entradas de Sveinn Hauksson aos 9 minutos e de Stígur Thórdarson aos 15 minutos. Do lado do Hapoel Be’er Sheva, o treinador Ran Kozuch também teve de mexer antes do descanso, trocando Djibril Diop por Itay Rotman aos 36 minutos. Apesar do empenho e da luta territorial, o nulo persistiu até ao intervalo num embate de grande desgaste tático.
Marcadores e momentos
O figurino do jogo alterou-se significativamente na segunda parte. Com o aumentar da agressividade com bola e o acumular de admoestações disciplinares para ambas as equipas, o Hapoel Be’er Sheva encontrou o caminho para desatar o nó do marcador aos 65 minutos. Após uma excelente combinação ofensiva, Guy Mizrahi serviu Zahi Ahmed, que finalizou com precisão para o 1-0, fazendo explodir de alegria o banco israelita e recompensando a superioridade demonstrada desde o regresso dos balneários.
A reação do Víkingur Reykjavík revelou-se insuficiente para assustar a defensiva contrária, e as substituições promovidas por Ran Kozuch acabaram por selar o destino do confronto na Champions League. Aos 75 minutos, Amir Ganah saltou do banco de suplentes e, apenas cinco minutos depois, aos 80 minutos, correspondeu da melhor forma ao passe de Kings Kangwa para assinar o 2-0 final. O lance ainda foi alvo de verificação pelo VAR a envolver Zahi Ahmed aos 82 minutos, mas a vantagem manteve-se intocável até ao apito final do árbitro, selando um triunfo incontestável.
Análise tática e eficácia
A leitura estatística deste duelo da Champions League reflete a dominância exercida pelo Hapoel Be’er Sheva, que garantiu 56% de posse de bola contra os 44% do Víkingur Reykjavík. Em termos de caudal ofensivo, a equipa treinada por Ran Kozuch somou um total de 121 ataques (88 perigosos) e 7 remates efetuados, alcançando uma eficiência assinalável ao transformar três remates enquadrados à baliza em dois golos festejados. Os nove cantos conquistados demonstraram igualmente a constante pressão exercida sobre o último reduto islandês.
Por seu turno, a formação comandada por Sölvi Ottesen Jónsson debateu-se com sérias dificuldades para criar perigo real no último terço, registando apenas 3 remates (2 à baliza) e 39 ataques perigosos ao longo de todo o encontro. O jogo caracterizou-se ainda por um índice elevado de faltas — 18 cometidas pelo Hapoel Be’er Sheva e 22 pelo Víkingur Reykjavík —, resultando em oito cartões amarelos no total, num reflexo claro da dureza do embate na Champions League e da forte disputa pelo controlo do meio-campo.
Conclusão
Com este triunfo por 2-0 no Haladás Sportkomplexum, o Hapoel Be’er Sheva confirma o seu favoritismo e ganha uma vantagem preciosa na eliminatória da Champions League. A solidez defensiva liderada pelo guarda-redes Ofir Marciano e pela dupla de centrais Miguel Vítor e Matan Baltaxa, aliada à inspiração de Zahi Ahmed e Amir Ganah na frente de ataque, deixa os israelitas numa posição bastante favorável para prosseguir o sonho europeu nesta prestigiada competição internacional.
Ler a antevisão
Hapoel Be’er Sheva e Víkingur Reykjavík Medem Forças na Champions League
O Yaakov Turner Toto Stadium prepara-se para ser o palco de um importante embate internacional no próximo dia 29 de Julho de 2026. Em jogo a contar para a 2nd Qualifying Round da prestigiada Champions League, o Hapoel Be’er Sheva recebe a formação do Víkingur Reykjavík, num confronto agendado para as 18:30. Ambas as equipas procuram dar um passo firme no seu percurso europeu, num duelo de eliminatória onde cada detalhe pode fazer a diferença para o apuramento.
Duelo Tático no Yaakov Turner Toto Stadium
A equipa da casa, orientada pelo treinador Ran Kozuch, entra nesta fase da Champions League com a responsabilidade de assumir o jogo perante os seus adeptos no Yaakov Turner Toto Stadium. Do outro lado da partida estará o Víkingur Reykjavík, sob o comando técnico de Sölvi Ottesen Jónsson, que viaja com o intuito de aplicar uma estratégia rigorosa e tentar sair de Israel com um resultado positivo. A abordagem tática desenhada por Ran Kozuch e Sölvi Ottesen Jónsson será crucial para determinar o rumo deste primeiro embate da 2nd Qualifying Round.
Ausências Confirmadas
No que concerne às opções clínicas e à disponibilidade dos planteis, a principal contrariedade afeta a formação do Hapoel Be’er Sheva. O treinador Ran Kozuch não poderá contar com Dan Biton, que se encontra riscado das opções devido a problemas cardíacos (Heart Problems). Esta ausência obriga a estrutura técnica do clube israelita a reajustar o seu plano de jogo, enquanto a formação do Víkingur Reykjavík se apresenta para este compromisso europeu no Yaakov Turner Toto Stadium.
Prognóstico e Perspetivas
Estando em discussão a continuidade na Champions League, antevê-se uma partida extremamente equilibrada e disputada no Yaakov Turner Toto Stadium no dia 29 de Julho de 2026, com início às 18:30. O Hapoel Be’er Sheva procurará rentabilizar a vantagem de atuar em casa, enquanto o Víkingur Reykjavík intentará discutir a eliminatória e levar a decisão em aberto para o seu terreno, prometendo assim um confronto intenso a contar para a 2nd Qualifying Round da prova milionária.
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